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O comércio mundial de carne de frango em 2018 |
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Written by Teresa Neves
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Tuesday, 11 August 2009 |
Recentes previsões divulgadas pelo Instituto (americano) de Pesquisa de Políticas Agrícolas e Alimentares (FAPRI, na sigla em inglês) sugerem que em 2018 o comércio mundial deve movimentar cerca de 8,335 milhões de toneladas de carne de frango, quase um quarto a mais do que está sendo previsto para 2009 (6,712 milhões).
Se as previsões se confirmarem, então os grandes fornecedores do produto estarão resumidos a apenas três países: o Brasil, com 4,2 milhões de toneladas, volume que corresponde à metade das exportações mundiais; os EUA, com 3,425 milhões de toneladas, 41% do total exportado; e a Tailândia, com cerca de 500 mil toneladas, 6% do volume total previsto. Ou seja: as exportações de todos os demais fornecedores serão de 213 mil toneladas, apenas 3% de toda a movimentação prevista.
Já os importadores continuarão bastante pulverizados, como agora. E a Rússia, com 1,092 milhão de toneladas, 13% do comércio mundial, permanecerá como a principal importadora do produto. Vêm na seqüência a China (+Hong Kong) com 879 mil toneladas, 11% do total, e o Japão, com 746 mil toneladas, 9% do total. A maior parcela (5,168 milhões de toneladas, 67% do total) estará distribuída entre importadores não especificados pelo FAPRI
OIE confirma surto de H7N9 nos EUA
Campinas, 10 de Agosto - Em mensagem de alerta divulgada na última sexta-feira (7), a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) confirmou a ocorrência de surto de Influenza Aviária de baixa patogenicidade nos EUA, ocasionado por uma cepa do tipo H7N9.
Conforme comunicado do Serviço de Saúde e Inspecção Animal (APHIS) recebido pela OIE no dia anterior, trata-se do ressurgimento de cepa já detectada anteriormente no país. Desta vez envolveu granja comercial de perus (Condado de Meeker, estado do Minnesota) com um plantel de cerca de 160 mil cabeças distribuídas em 16 aviários. As aves alojadas na granja (que opera sob o sistema “all in-all out”) têm entre 12 e 13 semanas de idade.
Não há menção a respeito no comunicado à OIE, mas como todas as aves permanecem vivas, sem sinais da doença, é provável que, após algum tempo de observação e novos testes, sejam normalmente encaminhadas ao abate.
Fonte: AviSite
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